
Se você é uma pessoa que gosta de esportes – praticante ou expectador, já deve ter visto ou até mesmo utilizado uma bandagem: aquelas famosas faixas coloridas e as tão conhecidas “botinhas”. E você já se perguntou o porquê?
A bandagem é um recurso importante e bastante utilizado no arsenal terapêutico do fisioterapeuta. Isso porque as bandagens podem ser aplicadas para auxiliar na reabilitação, na prevenção de lesões e primeiros socorros.
Existem vários tipos de materiais, mas geralmente as bandagens podem ser rígidas (esparadrapagem ou taping) ou elásticas (coban, kinesiotaping, entre outras).
As funções das bandagens são:
1. Estabilidade com mobilidade seletiva;
2. Proteção de estruturas nobres;
3. Propriocepção;
4. Prevenção de lesões;
5. Auxílio em entorses articulares e disfunções de movimento;
6. Proteção de bolhas;
7. Alívio de dor;
8. Drenagem linfática.
Para funcionar bem:
Para que os resultados atinjam as expectativas, o fisioterapêuta deve conhecer a particularidade de cada tipo de bandagem, entender a biomecânica do movimento realizado e mais importante: não fazer uso indiscriminado desse recurso – aplicar a bandagem quando existe indicação. Lembrando que ela é um coadjuvante no tratamento fisioterápico e deve ser acompanhada de um tratamento específico.
Além disso, deve-se levar em consideração as contra indicações: alergias, aumento de dor, fraturas completas, diabetes, parestesia e problemas circulatórios.